Dor no peito pode ter várias causas. Entenda os sintomas, sinais de alerta e quando procurar atendimento médico para evitar riscos à saúde.
Sentir dor no peito costuma causar medo imediato, e não é para menos. Esse é um sintoma que pode estar associado a problemas cardíacos graves, como o infarto, mas também pode ter origens menos perigosas, como ansiedade, problemas musculares ou distúrbios gastrointestinais. Entender quando a dor torácica é sinal de alerta e quando pode não ser grave é essencial para agir com segurança, evitar pânico desnecessário e, principalmente, buscar ajuda médica no momento certo.
Dor no peito: o que pode causar esse sintoma?
A dor no peito não tem uma única causa. Ela pode variar bastante em intensidade, duração e localização e estar relacionada tanto a problemas cardíacos quanto a condições não cardíacas.
Entre as principais causas estão:
Causas cardíacas
- Infarto agudo do miocárdio.
- Angina (redução do fluxo sanguíneo para o coração).
- Arritmias.
- Inflamações no coração, como pericardite.
Essas condições costumam provocar uma dor mais intensa, descrita como aperto, pressão ou peso no centro do peito, podendo irradiar para o braço esquerdo, costas, pescoço ou mandíbula.
Causas não cardíacas
- Refluxo gastroesofágico.
- Problemas musculares ou inflamações na parede do tórax.
- Doenças pulmonares, como pneumonia ou embolia pulmonar.
- Ansiedade e crises de pânico.
Um estudo realizado nos Estados Unidos e divulgado na revista Academic Emergency Medicine em 2025 analisou pacientes com dor torácica de baixo risco e identificou que 42% apresentavam ansiedade grave, mostrando que fatores emocionais também podem causar sintomas físicos intensos no peito.
Sintomas associados à dor no peito que merecem atenção
Nem toda dor no peito indica infarto, mas alguns sintomas associados à dor no peito aumentam o risco de um problema grave e exigem avaliação médica imediata:
- Falta de ar.
- Suor frio excessivo.
- Náuseas ou vômitos.
- Tontura ou desmaio.
- Palpitações.
- Dor que irradia para braços, costas ou mandíbula.
Esses sinais podem indicar problemas cardíacos e não devem ser ignorados, principalmente em pessoas com fatores de risco.
Como avaliar a gravidade da dor no peito
Algumas perguntas ajudam a entender se a dor no peito pode ser mais preocupante:
- A dor surgiu de forma súbita e intensa?
- Ela piora com esforço físico ou estresse?
- Está acompanhada de outros sintomas importantes?
- Dura mais de alguns minutos ou vai e volta?
Além disso, o histórico médico faz toda a diferença. Pessoas com hipertensão, diabetes, colesterol alto, histórico familiar de infarto, tabagismo ou sedentarismo precisam de atenção redobrada diante de qualquer sintoma de dor no peito.
Quando a dor no peito pode não ser grave?
Em alguns casos, a dor no peito está relacionada a situações menos perigosas, como:
- Dor localizada que piora ao tocar ou movimentar o corpo.
- Sensação de queimação após refeições (refluxo).
- Dor associada a estresse, ansiedade ou crises emocionais.
Mesmo assim, é importante reforçar: somente uma avaliação médica pode descartar riscos com segurança.
Dor no peito: quando procurar um médico imediatamente
A dor no peito é um sintoma alarmante e nunca deve ser ignorado, especialmente quando:
- É intensa ou persistente.
- Surge sem causa aparente.
- Vem acompanhada de outros sintomas.
- O paciente possui fatores de risco cardiovasculares.
O diagnóstico precoce pode salvar vidas e evitar complicações graves.
Cuidado e segurança em primeiro lugar
Ao perceber dor no peito persistente, intensa ou associada a outros sintomas, procure atendimento médico imediatamente. O Hospital Evandro Ribeiro conta com estrutura, equipe qualificada e atendimento humanizado para avaliar, diagnosticar e cuidar da sua saúde com segurança e acolhimento.
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